Papo do Dia

 

Quinta, 5 de maio de 2011

Nomes esquisitos, sinistros, para cidades simpáticas – 2
Vão me desculpar, mas não se pode admitir que uma cidade se chame Formigueiro. Ah, não!! O sujeito que inventou isso poderia trabalhar tranquilamente na agência de propaganda do TSE (lembra das propagandas na eleição passada, com um locutor que chiava muito e que colocou um humorista para falar “sério”?)
Mas tenho que dar o braço a torcer.
Tem cidades com nomes muito bonitos. Eldorado do Sul, por exemplo.
O jornalista Horst Knak dá um exemplo muito legal:
Trombudo, cidade natal de meus pais, antigo distrito de Santa Cruz do Sul, ao se emancipar, adotou o nome de Vale do Sol.
Vale do Sol, nome bonito!!
Aí o Horst esculhamba:
A comentar apenas que a sede do município poderia ser chamado de Vale da Sombra.
Afinal, com tanto morro rodeando a vila, sol é o que menos tem por lá...

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Outro jornalista, o João Carlos Machado Filho, entra na “polêmica” sobre Unistalda:
Contribuição, espero, com direito ao convite para o churrasco: UNISTALDA DO SUL. Não fica mais simpático?
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O Marco Vieira vai na pleura, quer uma polêmica seriíssima:
Sobre os nomes esquisitos das cidades, esqueceu da principal, Não-Me-Toque. Cá para nós, só um viado para batizar uma cidade com este nome. No final dos anos 70 os moradores resolveram fazer um plebiscito para mudar. Venceu Campo Real. Um ano depois voltaram com este nomezinho ridículo. É dose.
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Francisco Marroni, de Guaporé-RS, estraçalha:
Com relação aos nomes esquisitos de cidades, sabe como se chama quem é natural de Mato Queimado? Carvão!!!
Hahahaha!!!!
Tudo bem, mas o que é guaporé?
Descobri: “vale deserto”.
Bah, Marroni, não dá pra criticar muito, né?
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O Horst Knak volta:
E não te esquece do trio sinistro de Santa Catarina:
Sombrio, Ermo e Turvo, todos próximos de Sanga da Toca, outro nomezinho daqueles.
Em Santa Catarina tem alguns bons nomes para tua coleta:
Armazém, Cunhataí, Doutor Pedrinho, Ibiam, Taió, Ipira, Iomerê.
Água Doce, Águas Mornas, Águas Frias e Águas do Chapecó.
Para ficar nos is: Irani, Irati, Itá e muitas outras itas...
Outro trio do M.: Meleiro, Massaranduba, Modelo.
E uns bem esquisitos: Witmarsum, Zortéa.
Como será que se chamam as pessoas nascidas em lugares assim?


TOPO

Notícias

 

Quinta, 5 de maio de 2011

Se o seu celular
está "sem serviço"
mande ele lavar a louça
Marco Poli (www.capitalgaucha.com.br/poli_position)

 


Gosta de presunto?

Um monte deles, todos amiguinhos do Bin Laden.
Vai: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/2813-operacao-contra-osama-bin-laden#foto-55021.

Extra! Extra!!
Vamos rezar para que dona Dilma, a nossa presidentE, fique 100 por cento logo.
Imagina aquele cara de demonho tomando conta de tudo!!!

Notícias banqueiras
O ex-governador Olívio Dutra poderá ser da diretoria do Banrisul.
Depende da aprovação do Banco Central.Só tem uma coisa: Não vai poder apoiar as greves dos trabalhadores cumpanheirus, hein?

Vergonha gaudéria
Um dos mais importantes hospitais de Porto Alegre tem pacientes, graves, no corredor.
E não é SUS!!
Acredite se quiser.

No Radar on-line, ontem a tarde
Maria do Rosário e Marta Suplicy estão na primeira fila do plenário do Supremo, na sessão há pouco iniciada em que se julga a possibilidade de união estável de duas pessoas do mesmo sexo. A dupla sentou-se ao lado de Luís Inácio Adams, de frente para Cezar Peluso. Jean Wyllys também está na primeira fila, mas sentado em uma fileira atrás de Luiz Fux.

Perguntinha
Essa moça, a Simplesmente Maria do Rosário, não tinha que estar dando expediente no “ministério”?

Silvio Santos vem aí!!
Por 20 milhões de reais por mês, SS vai entregar as madrugadas do SBT.
Disputam o horário o Ministério Silas Malafaia, a Igreja Mundial do Poder de Deus, de Valdemiro Santiago, e a Igreja Internacional da Graça, do missionário RR Soares.

Não perca!!
O Seminário de Eficiência Energética e Sustentabilidade Ambiental acontece em Gramado no dia 10, terça que vem, no Hotel Lagheto Siena, das 9 as 14 horas.
Estarão reunidos alguns especialistas e cases, para apresentar soluções para estes setores.
Leia:
http://www.frontdesk.tur.br/home/noticiasdahora/308-seminario-eficiencia-energetica-e-sustentabilidade-ambiental.html.
Mais detalhes:
http://www.frontdesk.tur.br/home/noticiasdahora/314-viagem-de-lazer-e-cultura-para-comparar-os-hoteis-do-brasil-e-da-europa-.html.

Aí vai degringolar de vez
O jogador Carlos Alberto, dispensado do Grêmio por ser muito festeiro, pode ir para o Bahia.

Wilson Rosa – cerração ou nevoeiro?
Agora que vão começar as matérias sobre o nevoeiro no aeroporto e nas estradas, os repórteres sempre ficam em dúvida. Qual a diferença de neblina e nevoeiro ? Névoa é a mesma coisa que neblina? Nevoeiro é seco e neblina é úmida. Cerração é a mesma coisa que nevoeiro ou neblina, ou é uma expressão popular? Com a palavra os especialistas.
Cerração é apelido de nevoeiro? Qual a diferença de neblina e névoa?
É tudo a mesma coisa?

A propósito
O pessoal da MetSul Meteorologia poderia esclarecer isso, né?

Bem hospedado
Fernando Pinto, o presidente da TAP, está hospedado no Plaza Porto Alegre Hotel, o bom Plazinha.
Será que vai faturar a feijoada no sábado?

Spam aumentativo
Na íntegra:
AUMENTE SEU PÊNIS EM ATÉ 8 CM TÉCNICAS 100% NATURAIS 
Sua vida sexual está prestes a mudar para sempre.
Descubra agora todos os segredos para aumentar seu pênis, de forma 100% natural.
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* Orgasmos prolongados e mais intensos
* Controle a ejaculação precoce
* Sua auto-estima aumentada
Mais informações no site: http://www.vendasnanet.net/sites/aumentonatural

Piadinha
O japa chega no consultório da médica:
- A senhora jura que não vai rir?
- Claro que sim! Sou uma profissional da saúde! Existe um código de ética em questão! Em mais de 20 anos de profissão nunca ri de nenhum paciente!
- Tudo bem, então!
O cara tirou as calças revelando o menor órgão sexual masculino que ela havia visto na vida.
Considerados o comprimento e o diâmetro, não era maior do que uma pilha palito.
Incapaz de controlar-se, a médica começou rir e não conseguia mais segurar o ataque de riso. Poucos minutos depois ela conseguiu recuperar a compostura.
- Sinto muitíssimo. Não sei o que aconteceu comigo. Dou minha palavra de honra, de médica e de dama que isso nunca mais acontecerá. Agora diga-me, qual é o problema?
- Tá inchado.

Piadinha - 2
http://www.youtube.com/watch?v=aKghd2Q3T7Y.


TOPO

Estúdio de Rádio e TV

 

Quinta, 5 de maio de 2011


O mestre pondera:
Amigos,
"Estúdio de Rádio (e TV) " me parece uma boa ideia, mas é preciso ter muito cuidado com qualquer tipo de afronta à ética. O velho abraço de sempre,
Milton Ferretti Jung

 

 

Anúncios do Governo Tarso Fernando
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital (Secom), inicia o cadastramento de blogs e sites que poderão receber anúncios de campanhas institucionais do Executivo gaúcho. Para participar do cadastro é necessário atender aos seguintes requisitos:
1. A organização responsável pelo blog ou site precisa estar regularmente constituída e apta a emitir nota fiscal.
2. Deve ser informada a data de início das atividades do blog ou site, além de apresentar um relatório (Google Analytics ou semelhante) com o número de IPs únicos que o acessaram nos últimos 90 dias. Também deve ser informado o datacenter onde está hospedado o blog ou site e anexado o relatório de disponibilidade dos últimos 30 dias (a contar da data do cadastramento).
3. Na proposta, deve-se descrever a localização e a dimensão (em pixels) dos espaços oferecidos ao Governo e o valor proposto para a veiculação deverá ser mensal, não sendo aceitas propostas de remuneração variável (por número de cliques ou pageviews, por exemplo).
4. O responsável pelo blog ou site não poderá possuir vínculo funcional com o Estado.
5. O anúncio deverá funcionar como link para o Portal do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Os interessados em participar do cadastro devem encaminhar os dados do responsável pelo blog ou site (CNPJ, endereço, e-mail, telefone, além do nome completo, do CPF e do RG do titular) para o e-mail cadastro@secom.rs.gov.br. O cadastramento servirá para a formação de um banco de dados e não implicará, necessariamente, na contratação do serviço.

Cativa, mas itinerante
O Cadeira Cativa Itinerante, apresentado por Luiz Carlos Reche, vai estar no próximo dia 9, segunda, ana Churrascaria Galpão Crioulo, a partir das 19h30min.
Só não está claro no convite se o churrasco é por conta do famoso apresentador multimídia.

Valério Campos, de SP
Com todo respeito aos demais colaboradores, não existe bar Twin na Ladeira. Suponho que se esteja querendo falar do glorioso Tuim.
Respondi a ele que o Tuim mudou, está meio fresquinho, tem até deck e, talvez por isso, tenha mesmo mudado de nome.
Tóing!!

Sérgio Oliveira, de Charqueadas
Leste a coluna Beatriz Fagundes no O Sul de ontem?
Pelo que entendi ela não acredita que o Bin Laden tenha sido morto.
Acho que, para ela, BIN LADEN VIVE (ela poderia colocar um decalque assim no seu carro).

Essa di Queiroiss
Deu no clicrbs:
"Em viagem para cobrir o casamento real, Gabi encontrou leitoras em Portugal" Esse mundo fashion é muito fofo! O que faz um blog quando não tem notícias...

Na coletiva.net
- Como foi a experiência de cobrir um casamento real?
Gabrieli Chanas: Surreal! Incrível sentir a emoção e ansiedade das pessoas por um evento que marca a história de um país. Também foi interessante ver tudo sob um ponto de vista bem feminino e ligado a casamento.

Haroldo de Souza
Sobre uma notinha de ontem:
Nada tão estranho assim, desavenças ocorrem em toda parte. Fato já superado, todos têm direito a equívocos.
O ambiente no departamento de esportes da BAND é um dos melhores que já tive em 47 anos de carreira no rádio. Coisas muito piores já ocorreram, ocorrem e ocorrerão em todos os departamentos esportivos das rádios, isto eu garanto.

Antônio Goulart e o Topo of Mind
Meu último pitaco sobre o Top of Mind. A explicação do Eugênio Esber tem lógica, mas não me satisfaz. Para mim, qualquer conclusão tirada de uma premissa falsa é suspeita.

TOPO


Vinhos e Afins




Quinta, 5 de maio de 2011

Um madeira premiado
Pelo terceiro ano consecutivo o vinho Madeira Justino´s foi o vencedor do concurso TOP TEN 2011 na categoria doce/fortificado realizado pela Expovinis 2011, maior salão de vinhos da América Latina realizado em São Paulo. Esse produto é comercializado em todo o Brasil pela Importadora Porto a Porto e Casa Flora.
Sobre a Justino´s Madeira - estabelecida na Ilha da Madeira em Portugal, desde 1870, trata-se de uma das mais antigas produtoras e exportadoras de Vinho da Madeira. Ocupa uma posição de destaque nos mercados internacionais pelo reconhecimento da qualidade de seus vinhos.
Desde 93 quando internacionalizou-se, a Madeira Justino´s construiu novas instalações com o objetivo de melhorar suas condições de elaboração, em especial a vinificação, produção e envelhecimento do Vinho Madeira. As novas instalalões amplas e modernas, foram equipadas de modo a conjugar os métodos tradicionais com a mais avançada tecnologia utilizada no setor.

A descrição do Justino´s Madeira 10 anos (foto em anexo) é de um aroma sugerido de melaço, caramelo e uma característica nota tostada muito típica. É doce na boca, com acidez média e final longo e harmonioso. Combina bem com chocolate, queijo, morangos, abacaxi e sobremesas à base de café. Garrafa de 750ml, teor alcólico: 19.00.


Quarta, 4 de maio de 2011

Os espumantes Granja União na Fenavinho Brasil 2011
A Cooperativa Vinícola Garibaldi está presente, com estande próprio, na Fenavinho Brasil 2011, que foi aberta na última sexta-feira (29 de abril) e segue até o próximo domingo (8 de maio), no Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS). No primeiro final de semana, cerca de 18 mil visitantes passaram pelo evento. Os espumantes Garibaldi, o suco de uva orgânico “Da Casa” e os novos lançamentos da marca Granja União são os principais atrativos do estande da cooperativa na Fenavinho. “Estamos mostrando aos visitantes e clientes a nossa linha completa de vinhos finos, espumantes e suco de uva”, afirma o presidente Oscar Ló.
O espumante Garibaldi Moscatel – recordista nacional de premiações em sua categoria, com 25 medalhas, 12 em 2009, 11 em 2010 e duas este ano, um número sem precedentes no setor vitivinícola brasileiro – é um dos produtos mais degustados no estande da Garibaldi.
Entre as novidades da Garibaldi na Fenavinho 2011, destacam-se dois novos espumantes da marca Granja União, recém adquirida pela cooperativa. “A marca Granja União foi a responsável pela definição das variedades viníferas mais conhecidas na Serra Gaúcha há até pouco tempo e chegou a deter 25% da comercialização dos vinhos finos no Brasil”, lembra o gerente comercial Vanderlei Pramio. “Nosso objetivo é manter esta tradição também na linha de espumantes da marca”, destaca. Os novos itens da linha ganham a “roupagem” tradicional do Granja União e a versatilidade dos espumantes da vinícola, reconhecidos pelo seu alto padrão de qualidade no Brasil e no mundo.
Granja União Moscatel
O espumante Granja União Moscatel é uma perfeita combinação de uvas Moscato Branco e Moscato Giallo. Elaborado pelo processo Asti, apresenta uma coloração límpida e atraente, com perlage formado borbulhas finas e numerosas, com ótima formação de espuma e cor clara com reflexos esverdeados. Seu aroma é limpo e potente, lembrando frutas cítricas, ou até mesmo flores brancas, além de um perceptível toque de mel. É leve e delicado. Tem ótimo equilíbrio entre açúcar e acidez, o que proporciona frescor e sutileza ao paladar. Uma combinação tão perfeita que rejuvenesce seu tradicional conceito.
Granja União Brut
O espumante Granja União Brut é um perfeito exemplar de produto elaborado com a mais alta tecnologia pelo processo charmat. Baseado em metodologias francesas, o espumante denota uma coloração amarelo palha com reflexos esverdeados e apresenta um ótimo desprendimento de perlage, formando borbulhas finas e numerosas. Seu aroma fino e intenso lembra acerola e maçã, com um delicado toque mineral. É cremoso e estruturado. Mescla estrutura e jovialidade, liberando um paladar equilibrado e refrescante.
Sustentabilidade
Conforme o presidente Oscar Ló, a produção da Garibaldi é executada de acordo com os três pilares estratégicos das práticas sustentáveis (econômico, social e ambiental). Isso torna a vinícola, que completou 80 anos em janeiro, ecologicamente correta nos processos produtivos, conforme as regras do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), socialmente justa em suas práticas associativistas e economicamente viável em suas transações comerciais.
Ouro em dose dupla
O espumante Garibaldi Moscatel – o mais premiado do Brasil em 2009 e 2010 – começou 2011 com mais distinções pelo mundo. A primeira medalha de ouro foi conquistada na França, no Concurso Vinalies Internationales, realizado de 25 de fevereiro a 1º de março, em Paris. A segunda medalha de ouro do ano para o espumante Garibaldi Moscatel veio da Grécia, no 11° Concurso Thessaloniki International Wine Competition, realizado de 8 a 10 de março, em Thessaloniki. Esta nova premiação consagra o espumante Garibaldi Moscatel como o recordista nacional de premiações em sua categoria.

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Terça, 3 de maio de 2011

Começa o 3º Quality Wine na Fenavinho
A sustentabilidade e seus impactos no setor vitivinícola brasileiro.
Este é o tema do 3º Quality Wine, que começa hoje e segue amanhã, das 13h30min às 19 horas, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, dentro da programação da Fenavinho Brasil 2011.
“Hoje, a sustentabilidade de todos os produtos passa a ser requisito básico para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo”, afirma o diretor-executivo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Carlos Raimundo Paviani. “Nosso objetivo é apontar tendências e novas ferramentas de diferenciação e competitividade para o setor ”, destaca.
Conectado com as discussões mundiais sobre sustentabilidade, a realização da terceira edição do Quality Wine é do Ibravin, em parceria com a Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul). O patrocínio é do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e o apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Exportação e Investimento). As vagas são limitadas e a inscrição tem o valor de R$ 120, sendo que as empresas participantes dos projetos do Ibravin têm direito a uma inscrição gratuita e as demais com desconto de 50%.

Começa o 3º Quality Wine na Fenavinho - 2
O primeiro dia do 3º Quality Wine será dedicado a uma visão geral de sustentabilidade no mundo vitivinícola atual. A abertura será feita pela analista da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Maísa Feitosa. A gerente comercial do Wines of Brasil, Andreia Gentilini Milan, falará sobre as tendências e práticas mundiais de sustentabilidade.
Depois, Luciano Gebler, engenheiro agrônomo da Universidade do Estado de Santa Catarina, abordará o tema agricultura e meio ambiente. O agrônomo Rogério Pereira Dias, coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), falará sobre a legislação e normativas de produtos sustentáveis e orgânicos. Para finalizar a primeira tarde do evento, Daniël Schietekat, enólogo da África do Sul, falará sobre como a África do Sul implementou e controla a sustentabilidade no setor vitivinícola do país através do IPW (sistema de produção integrada de vinhos).

Começa o 3º Quality Wine na Fenavinho - 3
Na quarta, a partir das 13h30min, o 3º Quality Wine tratará da produção e mercado dos produtos sustentáveis. A primeira palestra será sobre o tema “A produção e certificação dos produtos Biodinâmicos. Qual a diferença entre um produto Orgânico e Biodinâmico?”, a cargo do engenheiro agrônomo Alexandre Harkaly, presidente da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica.
A produção nacional de vinhos orgânicos será abordada por dois palestrantes: Evandro Bosa, técnico agrícola com especialização em vitivinicultura pela Univille, responsável pelo desenvolvimento do projeto de orgânicos da Cooperativa Vinícola Garibaldi, e Ricardo Edson Fritsch, diretor do Departamento de Agroindústria Familiar, Comércio e Abastecimento da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Governo do Estado do RS e produtor dos vinhos orgânicos Hex Von Wein.
O enólogo Carlos Abarzua, da Vinícola Geisse, vai contar o funcionamento e os resultados da nova tecnologia sustentável TPC (Thermal Pest Control). A sustentabilidade no Walmart Brasil e a preocupação com o futuro integrada aos negócios da empresa será o assunto do psicopedagogo Vinicios Meneguzzi Malfatti, coordenador do Instituto Walmart no estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
As tendências e práticas mundiais de sustentabilidade e percepção dos consumidores será tratada pelo diretor de marketing e novos produtos da Verallia (Saint-Gobain), Orlando Luiz Cardoso. Para encerrar, uma mesa redonda tratará das conclusões e perspectivas para o vinho brasileiro, seguida de uma degustação de produtos orgânicos.
Inscrições pelo 54 34551800 ou pelo e-mail edgar@winesofbrasil.com.

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Segunda, 2 de maio de 2011

18 mil pessoas já visitaram a Fenavinho Brasil 2011
O movimento no Parque de Eventos de Bento Gonçalves foi intenso no primeiro final de semana da Fenavinho Brasil 2011. De sexta a domingo até as 18h, 18.143 pessoas visitaram o evento, que segue até dia 8 de maio. Entre os destaques estão a representatividade vinícola, a autenticidade da agroindústria familiar, a riqueza cultural e os aromas e sabores dos vinhos, espumantes e suco de uva, além da diversidade gastronômica.
O presidente da Fenavinho Brasil 2011, João Strapazzon, comemora os resultados, reforçando o convite para a comunidade prestigiar sua maior festa. “A Fenavinho Brasil é a grande oportunidade que as pessoas têm de viver muitas experiências em torno da cultura do vinho. Aqui temos muito para viver. É degustar e se emocionar”, garante.
Neste primeiro final de semana uma das atrações que mais chamou a atenção dos visitantes foi a diversidade de vinhos e espumantes oferecidos a preço de varejo pelas 90 vinícolas expositoras de diversas regiões produtoras do Brasil. O público seleto e comprador demonstrou sua satisfação ao adquirir diversos rótulos nacionais, satisfazendo os expositores. A curiosidade em torno do vinho também contribuiu para que os Cursos de Degustação de Vinhos fossem disputados, sempre com turmas lotadas.

18 mil pessoas já visitaram a Fenavinho Brasil 2011 – 2
Outro destaque foi a Agroindústria Familiar que, sempre disputada, comprovou que o tradicional pão caseiro, a copa, o queijo e o salame, além de outros produtos coloniais e do artesanato, fazem o maior sucesso entre os visitantes. Uma das inovações que surpreendeu o público foi a variedade gastronômica, oferecendo desde lanches rápidos, passando pela comida colonial, até chegar a alta gastronomia. Para contemplar todos os paladares foi criado o espaço enogastronômico Villaggio dei Sapori (Pavilhão F), além do restaurante Sabor do Vale (Pavilhão A) e de uma praça de lanches no Pavilhão C.

18 mil pessoas já visitaram a Fenavinho Brasil 2011 – 3
O espetáculo cênico ‘Dormi, Sogna, Piccolo Amor Mio’ realçou a programação cultural no Pavilhão E. A atração, que acontece diariamente, às 20h, foi já foi assistida por um público de 3 mil pessoas. As praças culturais encantam pela originalidade das atrações. Ofícios ao vivo, o bodegão com jogos típicos italianos, instalações fotográficas e a Vila Típica retratam o apelo cultural do evento que mantém viva a tradição da imigração italiana.
No centro da cidade o chamariz é o Vinho Encanado, lançado ainda em 1967, resgatado com força total nesta edição.
SERVIÇO
De 29 de abril a 8 de maio de 2011
Horários de visitação:
Segunda a sexta, das 14h às 22h
Sábados, das 10h às 22h
Domingos, das 10h às 20h
Local: Parque de Eventos de Bento Gonçalves
. Valor dos ingressos:
R$ 3,00 (de segunda a quinta)
R$ 5,00 (sextas, sábados e domingos)
Crianças até 10 anos não pagam ingresso para acesso aos pavilhões
Estudantes e idosos meio ingresso.

TOPO

Cinema/Wilson Rosa

 

Terça, 3 de maio de 2011

Em um Mundo Melhor – Oscar de melhor filme estrangeiro
Até onde vai a nossa tolerância?
Com a violência e a intolerância globalizadas, como agir e como educar nossos filhos? Dar a outra face ou revidar a agressão, o bullying (no caso de crianças e adolescentes)? Essa é a proposta do filme dinamarquês “Em Um Mundo Melhor (Heaven)”, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011 e está em cartaz no Unibanco Arteplex.
É uma produção simples, com atores desconhecidos e sem efeitos especiais, mas que dá o seu recado. É para fazer o público refletir. Para quem tem filhos então, é um filme denso.
A diretora Susanne Bier, que utiliza sequências cortadas para dar agilidade à narrativa, nos conta a história de duas famílias distintas, que se cruzam após um incidente na escola. Anton (Mikael Persbrandt) é um médico que trabalha em um campo de refugiados na África. Na Dinamarca, seu país natal, o casamento vai mal. A mulher quer o divórcio e os filhos sentem a ausência do pai, que está sempre viajando.
Isso tem reflexo no comportamento do pequeno Elias (Markus Ryggard), que sofre bullying no colégio. Mas aí aparece outro garoto, Christian, (o excelente ator-mirim William John Nielsen), que perdeu a mãe com câncer e culpa o pai pela morte. Os meninos se unem e promovem ações mque mostram os resultados de uma paternidade irresponsável.
Em uma cena emblemática, o mesmo médico que precisa enfrentar a violência na África, discute com outro pai na rua e recebe um tapa na cara, na frente dos filhos. A reação dele provoca inquietação na platéia. O espectador deixa a sala se questionando: até onde vai a nossa tolerância? Somos bons exemplos para nossos filhos?
Este filme europeu revela que a coragem pode ser mostrada de outra forma. E por aqui, ainda não estamos preparados para viver em um mundo mais evoluído.

EM UM MUNDO MELHOR (In a Better World), de Susanne Bier, drama, 14 anos – 118 minutos
Link: www.californiafilmes.com.br.

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Novidades na telona
A Warner Bros. Pictures apresenta os pôsteres nacionais de Se Beber, Não Case! Parte II. Em um deles, três atores aparecem de ressaca, na companhia de um macaco, depois de curtir uma noitada em Bangcoc. O longa é a continuação do diretor Todd Phillips para o sucesso Se Beber, Não Case!, que se tornou a comédia adulta de maior bilheteria, segundo a Warner. Nesta sequência, Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms), Alan (Zach Galifianakis) e Doug (Justin Bartha) viajam à exótica Tailândia para o casamento de Stu.
Após uma inesquecível despedida de solteiro em Las Vegas, Stu não quer correr riscos e escolhe um lugar seguro e tranquilo para a festa de pré-casamento. No entanto, as coisas nem sempre saem como planejadas. A estreia está prevista para 27 de maio de 2011.
Mais detalhes do filme:
www.sebebernaocase2.com.br.

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Segunda, 25 de abril de 2011

Na nova versão de Chapeuzinho Vermelho, quem é o Lobo Mau?
Quando eu era criança já desconfiava da pureza do Chapeuzinho Vermelho. Era muita inocência para encarar um lobo mau que tinha comido a vovózinha. Pois bem, a lenda dos irmãos Grimm ganhou uma versão adulta no cinema. “A Garota da Capa Vermelha” mantém todos os elementos  da história infantil (a floresta, o lobo, os caçadores, a vovó), mas agora Chapeuzinho é uma bela loira de olhos azuis arregalados (Amanda Seyfried). Ela é apaixonada por Peter, um lenhador órfão (Shiloh Fernandez), mas é prometida pelos pais a outro mais abastado (Max Irons).
A aldeia onde vivem é atacada pelo lobisomem em noites de lua cheia. De dia, ele assume a forma humana.  E quem será o lobo mau desta versão ? Até a vovó é suspeita. Na cena inicial já dá para ver que a chapeuzinho criança tem aquele instinto básico de sobrevivência.
A diretora do filme, Catherine Hardwicke, é a mesma de “Crepúsculo” e mantém a fórmula de sucesso entre os adolescentes:  o amor impossível de uma mulher por dois homens e uma criatura perigosa no meio. É o romance virginal misturado com um pouco de suspense e ação. No meio da trama, um dos apaixonados (e suspeito de ser o lobisomem), dá um amasso na chapeuzinho adulta num celeiro e diz “eu posso te comer”, o que provoca risinhos na platéia. Outro detalhe: a personagem consegue falar com o lobo mau (óóó). Faltou originalidade, mas os cenários e a produção da aldeia medieval são bem feitos, lembrando o longa“A Vila”.
A produção do filme é de Leonardo Dicaprio. Destaque também para Gary Oldman, no papel do padre que caça o lobisomem. Ele perdeu a mulher num ataque da fera e agora tem um pelotão que o ajuda nas buscas.

A Garota da Capa Vermelha (Red Riding Hood), de Catherine Hardwicke.
Suspense – 14 anos – 100 minutos
www.agarotadacapavermelhaofilme.com.br

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Quinta, 14 de abril de 2011

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
A festa, consolidada como a maior premiação do setor, foi denominada pela própria imprensa como “o Oscar brasileiro”. A cerimônia de entrega do troféu Grande Otelo acontecerá no dia 31 de maio, às 21h, no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro.
O público poderá acompanhar a transmissão do evento, ao vivo, pelo Canal Brasil, pelo portal G1 e pelo site www.canalbrasil.com.br.
Cerca de 1.200 convidados, entre eles atores, atrizes, produtores, cineastas, diretores, exibidores e distribuidores do mercado cinematográfico passarão pelo tapete vermelho antes de entrarem no tradicional teatro carioca para a mais badalada premiação do setor.
Finalistas - Melhor Filme: Tropa de Elite 2, Chico Xavier,Olhos Azuis,
5 x Favela, Melhores Coisas do Mundo e Viajo Porque Preciso, Volto
Porque Te Amo. Melhor ator, destaque para Angelo Antonio e Nelson
Xavier (Chico Xavier) e Wagner Moura (Tropa de Elite 2). Atrizes:
Cristiane Torloni (Chico Xavier)


TOPO

DVDs Legais / Fábio Rübenich


Terça, 3 de maio de 2011

True Lies
Para "celebrar" a morte do Osama Bin Laden, nada melhor do que dar uma olhada em um filme que esculacha sem dó nem piedade com os terroristas árabes, e que pode ter sido usado inclusive como "vídeo motivacional" na época em que os atentados de 11 de setembro de 2001 estavam sendo arquitetados, exagerando um pouco. True Lies foi o último grande sucesso da carreira do atual governador da Califórnia, tanto é que uma continuação estava sendo preparada, até que os aviões bateram no World Trade Center e Hollywood resolveu deixar as provocações de lado (e também porque no filme há seqüências com aviões batendo em prédios).
Na trama, Arnold Schwarzenegger é o agente duplo da CIA Harry Tasker, que acaba envolvendo até a esposa, Helen (a maravilhosa Jamie Lee Curtis) em uma "terrível trama terrorista", como definiu o wikipedia.Casados há quinze anos, Harry faz Helen acreditar que é um mero vendedor de material de informática. No meio de uma vida de certa forma monótona, Helen acaba conhecendo um vendedor de carros picareta (o hilário Bill Paxton, de bigode), que se faz de espião e acaba chamando a atenção de Harry, que ao partir para uma investigação pesada sobre uma suposta traição da mulher, envolve toda a família em um caso de terrorismo em que estava trabalhando.
As cenas do vendedor de carros sendo desmascarado e do "interrogatório" aplicado pelo próprio Harry em Helen, que acabam deixando-a seminua, são antológicas, além daquelas que envolvem o apavorado cameramen de um líder terrorista, rezando para a bateria da câmera não acabar quando está filmando o seu líder. A escorregada no final, envolvendo passos de tango, ainda inspirado na cena famosa de Perfume de Mulher, não chega a estragar o resultado.

True Lies, EUA, 1994. Direção: James Cameron  Com Arnold Schwarzenegger, Jamie Lee Curtis, Tom Arnold, Bill Paxton. 142 minutos

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Terça, 26 de abril de 2011

Homens em Fúria
Este é mais um título nacional estranho que rende piadas e que pode até mesmo prejudicar um bom filme, como é o caso deste "Homens em Fúria (Stone no original)", que foi lançado no Brasil direto em DVD em 2011, depois de passar também sem muito sucesso pelo circuito internacional. Robert de Niro interpreta o agente da condicional Jack que, às vésperas da aposentadoria, analisa o caso do detento apresentado apenas como "Stone", que cumpre pena por cumplicidade no assassinato de seus avós.
Em meio à defesa dos motivos de Stone para antecipar sua saída da prisão, sua esposa, a diabólica Lucetta (Milla Jovovich, inspirada em todos os sentidos) surge toda bela e sedutora, tentando facilitar a liberação do marido, tentando se aproveitar da solidão de Jack e da fraqueza natural de todos os homens no que diz respeito a resistir ao assédio de uma bela mulher.
Em Homens em Fúria, De Niro e Norton repetem de uma forma mais intensa e dramática a parceria de 10 anos atrás, no decepcionante A Cartada Final, que trazia Marlon Brando em seus momentos finais. Desde a primeira cena fica claro que nenhum dos personagens é um modelo de caráter a ser seguido, o que deixa a trama ainda mais interessante. É, sem dúvida, o melhor filme e atuação de Robert de Niro pelo menos nos últimos 10 anos, que tem uma nova parceria com Martin Scorsese para ser lançada quem sabe ainda em 2011 e que promete o trazer de volta para o primeiro time de Hollywood.

Homens em Fúria (Stone). EUA , 2010 - 105 min. Drama. Direção:  John Curran. Elenco: Robert De Niro, Edward Norton, Milla Jovovich

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Sexta, 8 de abril de 2011, e final de semana

A Costa do Mosquito
É, de longe, o melhor momento de Harrison Ford no cinema. O “astro do século 20”, conhecido pelos seus papéis de salvador das famílias, aventureiro arqueológico, e também até como um super-presidente defendendo com habilidades de ninja a segurança do Air Force One está irreconhecível em A Costa do Mosquito do diretor australiano Peter Weir, de 1986, que já havia trabalhado com Ford um ano antes, no clássico A Testemunha.
No filme, Ford vive o lunático inventor e faz-tudo Allie Fox, que arrasta a família (mulher mais quatro filhos) dos Estados Unidos para um país fictício na América Central, no meio da selva, para fugir da modernidade e daquilo que tornou o país insuportável, de acordo com seu modo de ver. Em uma loja de ferragens, dispara para o vendedor: “Isso é fabricado no Japão? Então não quero”. Os fracassos de seus pequenos projetos o levam a procurar um novo meio de vida, sem os vícios e os confortos da "América". No caminho até o navio que levará sua família para o novo destino, todos cantam algo como “Não precisamos de videocassete!”
Chegando na selva, o inventor consegue criar uma pequena comunidade e enfrenta a oposição de um pastor local, que vê com maus olhos a fuga de seus fiéis do templo para as linhas de produção criadas por Fox, que tem seus traços de genialidade, chegando a produzir uma fábrica de gelo e instalando sistemas improvisados de ar condicionado para as tendas. "Gelo é civilização", brada, antes de começar a enlouquecer, depois de um evento inesperado.
O ator admitiu que talvez o público dos cinemas tenha estranhado ver o principal astro da época maltratando crianças na tela, o que ajuda a explicar o fracasso comercial do filme, que conta com um grande elenco, inclusive com a "rainha" Helen Mirren e o falecido River Phoenix, que viria a trabalhar três anos depois com Harisson Ford no terceiro Indiana Jones, interpretando o jovem Indy. "Quando eu faço uma cagada, é sempre uma das grandes", dispara o personagem em um momento de colapso do seu sonho na selva, e criando uma das grandes frases do cinema dos anos 80.

A Costa do Mosquito ( The Mosquito Coast), EUA, 1986, 117 minutos. Direção: Peter Weir Roteiro: Paul Schrader, Paul Theroux. Com: Harrison Ford, Helen Mirren, River Phoenix.

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Ferro e mais Ferro


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Quinta, 5 de maio de 2011

Ser PREFEITO.
Jorge Loeffler*

O exercício do cargo de Prefeito Municipal não se restringe a participar de entidade municipalista que emprega criminoso condenado a longa pena para vir até nossa cidade, usando do Posto 24 horas e usando do mesmo para fazer campanha a deputado estadual.
Ser Prefeito Municipal não é somente comprar incontável número de veículos de passeio, todos luxuosos.
Ser Prefeito Municipal é administrar a Polis e não apenas interesses de companheiros de partido ou cabos eleitorais.
É muito mais. É fiscalizar tudo e em todos os sentidos. É impedir invasões com a ampliação de favela em área que é PRÓPRIA do município como é o caso da Vila Goiabinha. É o caso de REGULARIZAR o Bairro Figueirinha, cuja documentação já está nas mãos da Prefeitura.
Ser Prefeito não é usar espaço em emissora de rádio contratada ao custo mensal de OITO MIL REAIS, ainda que CONVIDADO para jogar pedras em todos que criticam uma administração pífia, vergonhosa.
Ser Prefeito é colocar a fiscalização nas ruas DIUTURNAMENTE evitando a formação de favelas em PRÓPRIOS MUNICIPAIS. É educar o cidadão de amanhã fazendo-o entender que não se deve jogar restos de podas, entulhos de construções e reformas pela cidade. Para tal necessário educar já na mais tenra idade, ou seja no ensino fundamental, este afeto à Prefeitura. Necessário ressaltar que se houvesse FISCALIZAÇÃO os que assim procedem seriam multados e assim por certo a FISCALIZAÇÃO se tornaria até mesmo rentável ao erário embora não seja esta a sua destinação.
Ser Prefeito é respeitar o contribuinte, especialmente o veranista não por ser o que maior volume de recursos trás ao erário. Cito um claro exemplo de desrespeito a essa faixa de contribuintes. Toda vez que se aproxima uma data festiva lá vem um DECRETO DE SUA EXCELÊNCIA instituindo um FERIADÃO, o que por certo agrada aos servidores, aos quais não estendo essa crítica, pois fui servidor do estado por mais de trinta anos e CONCURSADO. Necessário lembrar que há um setor que a exemplo da saúde não pode fechar as portas já numa quinta-feira. Este setor é a FAZENDA MUNICIPAL.
Caros leitores penso que por hoje seja o bastante. A seguir você terá um link a acessar, o da invasão e CONSTRUÇÃO na Vila Goiabinha em plena LUZ DO DIA, o que eu jamais havia imaginado ver em minha longa vida.
http://praiadexangrila.com.br/xangri-la-entregue-a-propria-sorte/
*Jorge Loeffler é editor do www.praiadexangrila.com.br.

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Sexta, 29 de abril de 2011, e final de semana

“Supostos” e indiciados
Glauco Fonseca*
Nos anos 70 e 80, apenas porque eu ainda me lembro, o “must” ainda era ser funcionário do Banco do Brasil. Salário dos melhores e garantia não apenas de total estabilidade, gigantescos benefícios e de polpuda aposentadoria. Depois o negócio era ser psicanalista. Grana gorda, consultórios com salas de espera cheias de “lôcos” como dizia o Analista de Bagé. Os tempos mudaram e até recentemente o grande negócio era ser político. Havia os que roubavam, é claro, mas eram poucos e raramente descobertos. O negócio era apenas se eleger e ter como meta a reeleição. Com a chegada do PT e as aulas magnas do mensalão, o grande lance virou ser “suspeito de desvio de recursos públicos”. Começaram a aparecer os primeiros novos-ricos oriundos de torrentes enormes de “supostos” agentes públicos em franco enriquecimento ilícito. Ser juiz caiu em desuso, já ser advogado da turma dos “supostos” virou uma mina de ouro. Lideranças sindicais e congêneres também ascenderam e inspiraram milhares, pois são muito bem remunerados e suas entidades mais ainda.
Hoje em dia, portanto, o bacana é ser “suposto” ou indiciado. Fulaninho está sendo acusado de ser o suposto mandante do esquema XPTO. Já Cicrano foi indiciado por peculato. Difícil dizer qual o mais chique. Muita gente bacana, bem conhecida, inteligente, com carrões importados e passaportes sem espaço nem para carimbo-flechinha de cartório, ou são ”supostos” ou são indiciados. E a moda começa a pegar, pois os benefícios são amplos: garantia de impunidade, certeza de defesa eterna em tribunais, crença absoluta no processo penal como redentor de todos os pecados (fenômeno também conhecido como caducidade ou decurso) e remuneração estratosférica livre de imposto de renda. Qual é a mãe ou o pai que não quer isto para seus filhos?
A dúvida que assola a sociedade brasileira é tanta que no popular adágio “o crime não compensa”, já vai ponto de interrogação ao invés do ponto final. O crime do colarinho branco é algo que não nos interessa mais enquanto notícia ou fato social. O que queremos saber agora é o quanto faturou Fulaninho ao ser considerado um “suposto” e quantas fazendas na fronteira Cicrano comprou até ser indiciado. Dizem até que algumas mães já fazem planos e justificam suas escolhas: -“Eu quero que o Olavinho seja indiciado, que é mais do que “suposto” e sem a encheção de saco, né?”.
Breve tratar-se-á de uma nova carreira universitária, também com suas cotas, a despeito do substrato ser o colarinho branco. O filho de Fulaninho entrará na faculdade e de lá sairá um “suposto”, com direito a toga e canudo. Para isto, é claro, terá de estagiar em alguma estatal e lá ser considerado “suposto” por alguma coisa. A pós-graduação do “suposto” será conquistar seu indiciamento. Para atingir tal meta, “suposto” transitará com apoio de veteranos. Em sua formatura, regada a muito champanha pago por algum empreiteiro, o pequeno gênio iniciará sua senda de realizações rumo ao futuro indiciamento - sonhado por mamãe - e as delícias que ele promete.
O Brasil dá bons exemplos a seus filhos e ao mundo. Por isto que o país é “supostamente” desenvolvido, “supostamente” justo e pelo jeito como tem sido governado nos últimos anos, haverá de se indiciado por estes crimes hediondos contra gerações inteiras.

* Glauco Fonseca é consultor de Marketing.

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Quarta, 20 de abril de 2011, e feriadão

A lei Carrião
Raul Rübenich*

Da série "responde aí, ligeirinho"?
É pra isso que a gente elege o(a)s caras, ele(a)s passam a ganhar não sei quantos mil reais por mês, sem atraso, sem fator previdenciário, fora os foras? E aí eles "agradecem"  fazendo lei ditando o que a gente pode ou não pode escrever?
E é pra isso também que a gente sustenta os coleguinhas jornalistas, pra não ficar sabendo (se foi falha minha, perdoem, coleguinhas) que desde 2009 estava encaminhado este "diktat" (vamos aproveitar enquanto ainda não está sancionado pra escrever sem ter de traduzir...) que de repente foi votado e aprovado, em plena luz do dia?
Bom, mas eu sou de paz, então, já que "hecha la ley", vamos às trampas. Em primeiro lugar, sei não, mas acho que não seria nenhuma paranoia o governador pensar que é tudo contra ele.  Ou não é parecido com isso o fato de, em cumprindo com as determinações da ilustre Assembleia Legislativa, ter de acrescentar a cada uma das citações da tão pretendida "concertação" a respectiva "tradução"? Pois, nos dicionários, o mais próximo que se pode imaginar que seja isso é "concertamento".  Basta consultar. 
Voltando à plebe, que não entende nada de política mas gosta de um bom pão com schmier, é preciso avisar que não se espante ao comprar, nas feiras, nos próprios supermercados, quando for pote  pequeno, o seguinte: "Schmier - pasta adoçante de vários sabores feitas com os seguintes ingredientes, oriundos da cozinha dos imigrantes germânicos que no século... (perdão, consumidores, mas tem de continuar no próximo pote)"...
Para os candidatos a "elite", que vão em lojas que gostam de anunciar em "americanês", a tradução pode parecer  gozação, ou pode até ser reação mais radical,  mas que ninguém se espante se encontrar, rondando aquela vitrina em que havia só coisas para "Kids", novíssimos "Aviamentos para putinhos". Pois, pois...
Já a deputada Marisa Formolo, que tanto apoiou o andamento do projeto agora pronto pra ser lei, tenho certeza de que sairá por este Rio Grande (Cacias, não sei se ela vai...) a obrigar toda pizzaria a colocar mais uma placa na fachada, esclareceno: "Estabelecimento comercial onde se servem pizzas e que geralmente oferece serviços de cervejaria e de restaurante". Palavra do Houaiss...
Agora, só uma pergunta (acho que) séria: não estariam todos saindo às ruas para "enfrentar os fascistas" que inventaram essa coisa se, em vez de repudiar termos estrangeiros, tivesse sido aprovada uma lei proibindo "todos os partidos que se inspirem em ideologias/filosofias/modos de agir estrangeiros, a menos que antes de cada pronunciamento de seus representantes em todos os foros para os quais tiverem sido eleitos seja explicado aos eleitores em detalhes o que é mesmo que pretendem para o Brasil"?
Só pra terminar: quem é que vai avisar aos narradores de pebolim, e também aos torcedores, que ninguém pode mais gritar  "gol"? Isso sim é que será um monumental tento. Saudações literalmente traduzidas.
* Raul Rübenich é jornalista.

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Segunda, 18 de abril de 2011

Os 100 dias de paz e amor com Tarso
Paulo Timm*

“A relação com poder dos intelectuais mexicanos vem de longe. Não digo que todos o façam de má-fé. E tampouco que esta entrega seja uma entrega em regra. Digamos que é só um emprego. Mas um emprego no Estado. Na Europa os intelectuais trabalham em editoras ou na imprensa ou são sustentados pela mulher ou seu país têm condições e lhes dão uma mesada ou são operários e delinquentes e vivem honestamente de seus trabalhos. No México, e pode ser que o exemplo seja extensível para toda América Latina, menos à Argentina, os intelectuais trabalham para o Estado.” (Roberto Bolaño, escritor chileno)
“Não temos grades, nem recebemos os representantes de classes com a Brigada Militar”. (Carlos Pestana, chefe da Casa Civil)
“A base aliada é unida e totalmente fiel ao governo.”(Deputado Giovani Feltes, líder do PMDB na Assembleia)

Enquanto 50% das avaliações na mídia nacional foram negativas aos 100 dias de Dilma Rousseff no governo, 30% neutras ou passíveis de avaliação positiva, 15% pró-moderadas e apenas 5% favoráveis com paixão, contrariando os índices de aprovação em pesquisas, no Rio Grande do Sul, embora sem estatísticas fidedignas, Tarso Genro parece cavalgar em campos mais limpos.
Isto é o que diz o Ibope: 79% dos gaúchos disseram confiar no governador, contra 14% que disseram não confiar, após 100 dias no Piratini. É muito boa, também, a expectativa num futuro, melhor que o presente: de 78% . Todas estas respostas são relativas ao desempenho de Tarso Genro são compatíveis À pergunta se o Estado está no caminho certo: 80% acham que está. Tarso Genro recebeu nota 6,9, numa escala de zero a 10. Mais ou menos é a proporção no tocante à comparação de Genro com Yeda Crusius, ex-governadora: contestada no Governo, reprovada nas urnas e agora, na pesquisa, sumariamente condenada. Será que, com esse perfil, vai querer se candidatar de novo? Isso seria ótimo para Tarso... (A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS e amplamente divulgada na mídia).
Mas como e por que Tarso Genro tem tais índices de aprovação?
Primeiro, porque ganhou com bastante facilidade as eleições em primeiro turno, diferentemente de Dilma, no plano nacional, que foi empurrada pelo lulismo e, ainda assim, teve o susto do segundo turno. Hoje, percebe-se que Tarso Genro era um governador natural para uma sociedade cansada de portoalegrismo, que ele administra com certa elegância, sem nele se diluir. Então, colhe, nestes primeiros 100 dias, os frutos de sua própria vitória.
Diferentemente de Dilma, seus maiores problemas não estarão no começo de seu governo, mas ao final. Seu partido, o PT, não reina soberano no Estado. Faz parte de uma tendência ideológica compartilhada por fortes concorrentes, o PDT, o PMDB e o PTB, dos quais deriva, mesmo rejeitando, os quais continuarão lhe dando trabalho no futuro. Sorte dele que não há entre eles um líder em ascensão que lhe faça sombra.
Depois, Tarso Genro foi bastante objetivo na campanha no tocante a certas promessas. E as cumpriu rapidamente, não só porque as desejava, mas porque teve ampla maioria parlamentar para apoiá-lo. Desta forma, tinha e cumpriu uma agenda de curto prazo, com elevados resultados políticos, que já colhe, tais como: a anistia aos pequenos agricultores; encaminhamento do programa Simples Gaúcho; criação da Agência de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), iniciativa 40 anos atrasada com relação à equivalente de Minas Gerais, o INDI e bem menos preparada; valorização do salário mínimo regional e proposta do maior reajuste salarial oferecido ao magistério nos últimos 10 anos.
Terceiro, o tipo de transição. Aqui, administrativa. No plano federal, política num sentido amplo do termo, acentuado pela dispensa do elo de ligação com o grande empresariado, que era o presidente do Banco Central.
Em linhas gerais, pois, a situação aqui nos pampas é muito diferente da que se processa no Planalto Central.
Lá, a fase é de transição mesmo, no rumo da reacomodação dos pactos com a base partidária (excessiva para o tem que ser feito), com as centrais sindicais (ainda incertas quanto às prebendas que receberão da nova presidente), e com as elites empresariais, produtivas e financeiras (as grandes beneficiárias da Era Lula, inseguras diante dos tateios de Dilma Rousseff na gestão da política econômica).
Aqui, onde houve mudança efetiva de governo, de uma tucana para um petista, a transição, salvo pequenos acidentes de percurso – IRGA e Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Agergs) – foi tranquila e reduzida à administração.
Oito partidos e sólida maioria na Assembleia Legislativa aprovaram rapidamente – em regime de urgência – as medidas consideradas indispensáveis à “governabilidade”. E como não há questões econômicas relevantes ao crivo de Tarso Genro, que pegou o Tesouro em boas condições, restou-lhe, apenas recompor com os movimentos sociais, principalmente professores, os laços rompidos com o governo Yeda Crusius, e instalar um espaço de distensões na sociedade riograndense, que é o Conselhão. Tudo isto, associado a uma personalidade pessoal bastante identificada com o Rio Grande, deu ao governo Tarso Genro uma imagem de recondutor da paz entre a gauchada.
O Conselhão gaúcho (CDES/RS) é um ponto focal, verdadeira aposta de Tarso Genro para um diálogo entre governo e sociedade, mais atualizada do que os processos tão caros ao PT histórico, como o orçamento participativo ou governos itinerantes. Mesmo enaltecendo os Coredes como instrumentos de orientação dos investimentos do Estado, o Conselhão, entretanto, na prática, os condena a um nítido segundo plano.
Ressalte-se, sobretudo, a diferença entre um mecanismo como este no nível federal, onde passa praticamente despercebido, e no Estado, onde, acaba, inevitavelmente, mais ainda se evidenciando como instância de poder informal, dado o apoio do titular do governo. Como diz o cientista político Bruno Rocha Lima: “É um espaço onde os conflitos sociais são amaciados, pois sentam para dialogar com o governo. É uma política de estado ampliado”. Esqueceu-se de dizer em que capítulo da Constituição isto é facultado como instância de poder. E sobre as implicações deste Conselho, caso venha a realmente funcionar, com o processo de representação cristalizado no Poder Legislativo. Talvez Rocha Lima desconheça que esta inspiração foi um princípio da Constituição Republicana no Rio Grande do Sul, e que iria informar, no Estado Novo, as ações de Getúlio Vargas.
Nem ele, porém, nem a social-democracia em seus moldes mais conservadores, conseguiram conciliar tamanhos (des)interesses entre o capital e o trabalho, como os que ouvimos recentemente de Celso Woyciechowski, presidente da CUT/RS, integrante do Conselhão gaúcho: “O diálogo com a sociedade de diferentes setores é um respeito aos processos democráticos de construção do estado”, disse.
O mesmo pensa o presidente da Fiergs, Paulo Tigre. “É um órgão que nos permite acordar pontos em comum com setores diferentes”, falou.
Com tais declarações, parece que voltamos ao paraíso ...Ou à mitologia grega, quando Prometeu, acorrentado e condenado a ter o fígado comido vivo por pássaros famintos, por ter dado o fogo aos homens, queixava-se ao poderoso Zeus: -Mas senhor, dei-lhes, também, esperanças vãs...!
Mas se não existem imbroglios visíveis na área econômica, a cargo do governador do Estado, dando margem à invenção de novos instrumentos de gestão, nem por isto são claros os caminhos do desenvolvimento a médio e longo prazo do Rio Grande do Sul. Economistas do governo confiam na performance da economia nacional como força motriz da economia regional, e falam em mudança de foco, rumo ao “regional” e o “social”. Dizem: o bom momento da economia nacional auxiliará o desenvolvimento regional, uma das principais metas da gestão petista; desafio é fazer funcionar as formas escolhidas pelo governo para atingir todas as suas metas.
Puro discurso idelógico, do qual a melhor voz é a do secretário de Planejamento: “Articulação”, “Pauta” “Ajustes Estruturais”... Ressalte-se, a propósito, esta pérola do oportunismo do líder do PT na Assembleia Legislativa, Daniel Bordignon: “Não vemos o Estado como Estado mínimo. Na gestão Olívio (1999-2002), por exemplo, foi a falta de uma maioria parlamentar que impossibilitou a implantação de um projeto de Estado. Precisamos de cargos para executar as políticas públicas”...Mentira! Ou pura ignorância. Não sei qual a pior. Os cargos em comissão em profusão constituem o maior câncer de uma administração que se pretende construir pelo sistema do mérito, para uma adequada mediação entre o Estado e a Sociedade, além de corromper irremediavelmente os quadros partidários e do movimento social .
Há, ainda, uma lacuna no governo Tarso Genro: a avaliação da real situação da economia nacional, muito distante dos “sólidos fundamentos”, há pouco tão proclamados. A perspectiva, doravante, é diferente: um crescimento nos próximos três anos de apenas 4%, muito abaixo de outros países em desenvolvimento e sob o acicate da retomada da inflação.
“As divergências seriam menos importantes, neste momento, se o governo atravessasse uma calmaria. Mas o caso é muito diferente. Todos os desacordos entre ministros e altos funcionários giram em torno de questões muito graves, como o desajuste cambial crescente, os preços dos combustíveis e seus efeitos na inflação. Para o ministro da Fazenda, abril tem sido (perdoe-se mais esta citação de T.S. Eliot) o mais cruel dos meses. A cada medida cambial anunciada, o dólar volta a cair, como se a grande obsessão do mercado fosse contrariar o ministro.” (Rolf Kuntz em “Vozes do governo desafinam na economia”, publicada no Observatório da Imprensa ,12/4/2011)
Além disso, é notória a incapacidade do governo Tarso Genro, como, de resto, dos anteriores, para incorporar nas projeções econômicas uma adequada avaliação dos complexos problemas das mudanças climáticas e geomorfológicas que envolvem uma economia eminentemente rural como a nossa, associados a riscos crescentes de desindustrialização no interior, tal como, a propósito, um analista realça:
Dólar baixo começa a fechar fábricas no RS
O deputado João Fisher, líder do PP na Assembléia, fez apelo nesta quinta ao governador Tarso Genro, para que agende audiência com Dilma Rousseff, porque acha que a quebradeira será em massa. Ele quer compensações para o setor produtivo e um Pacto Nacional de Desoneração Fiscal do Setor Produtivo.
O dólar baixo fez sua primeira grande vítima nesta quinta-feira (14/4/2011), no Rio Grande do Sul, porque a fábrica de calçados Andrezza cerrou as portas, depois de operar 40 anos no pequeno município de Santa Clara do Sul.Vão pra rua 525 trabalhadores, o que equivale a 10% da população de 5.300 habitantes. (www.polibiobraga.com.br – newsletter de 14/4/2011)
Nenhum estudo nem reflexão, também, quanto às relações entre Estado e União, começando por um acurado cálculo do que esta extrai em impostos da nossa economia e do que devolve como transferências, sejam constitucionais ou negociadas, seja como investimentos públicos. Não se sabe, também, o que perde o Rio Grande ao ser uma das unidades da federação que contribui com suas exportações a câmbio baixo, embora compensado por conjuntura favorável nos preços, para a folga em divisas do país que acaba se transferindo-as, via juros subsidiados do BNDES para grupos industriais de eficiência duvidosa de outros Estados.
Afinal, se não for o Rio Grande do Sul a propor a rediscussão do pacto federativo, quem o fará? É certo que um dos fundamentos deste pacto é a contribuição dos estados mais desenvolvidos para os de menor nível de desenvolvimento, mas deve haver limites a tais transferências, sob pena da depauperação de economias intermediárias, como a gaúcha, tanto em favor das mais dinâmicas, como Rio e São Paulo, como das mais empobrecidas do Norte e Nordeste. Já demonstrei, por exemplo, que apenas apenas 10% dos impostos federais abocanhados pela União no nosso território são devolvidos a título de transferências do Fundo de Participação dos Estados (O federalismo em ação ).
Diante destes verdadeiros enigmas da nossa economia, as reuniões do Conselhão correm o risco de se transformarem muito mais numa roda de palpites, tipo chá das cinco, do que competente rodeio de discussões fundamentadas. Com tudo isso, a oposição faz o chororô de não ter tido condições políticas para implementar seus projetos. Não lhes ocorreu que, ou estes projetos eram errados, ou errada era a pessoa indicada para conduzi-los?
O cientista político gaúcho Benedito Tadeu César, mais independente, ainda tenta fazer algumas ressalvas aos100 dias de Tarso Genro, afirmando que faltou acertar “o foco administrativo” ou “um planejamento que indique as ações prioritárias”. Está, decididamente, falando de outro mundo, porque foi só isto que Tarso fez...Poderia ter cobrado o que ele não fez, tal como enfrentar as regularizações e privatizações, a questão das estradas pedagiadas, ou um confronto mais firme diante das irregularidades no Departamento Autônomo de estradas de Rodagem (DAER) ou a que envolveu um ex-colaborador à época em que era ministro da Justiça, preso em Brasília, no exercício de funções na Representação do Estado, com a boca na botija do desvio de recursos para OSCIPS.
Enfim, Tarso é um bom governador. Teve mais acertos do que erros nestes primeiros 100 dias. Acertos administrativos, que lhe constituem o cerne da transição. Mas como um intelectual, o primeiro desde priscas eras, bem poderia estimular, a partir do Executivo, a inteligência rio-grandense, não atrelada ao poder e suas ideologias, sobre as questões fundamentais do desenvolvimento do Estado, da dialética do conservadorismo X mudança na nossa cultura, dos valores universais de democracia e da liberdade na construção do futuro.
E, por certo, bem que merecia uma oposição mais inteligente, mais combativa e com alguma perspectiva de poder no horizonte. Nem que fosse daqui a oito anos... Assim como está, ele vai acabar como aqueles velhos bispos medievais, bem descritos por Umberto Eco em “O nome da rosa”, mergulhado em intrigas internas, atolado em livros sobre a metafísica do valor e da virtude, e isolando-se cada vez mais nos imensos salões do Palácio Piratini...Só lhe faltará, depois disso tudo, virar fazendeiro na fronteira.
Fonte: ViaPolítica/O autor - www.viapolitica.com.br - Revisado pelo autor em 18 abril 2011
* Paulo Timm, 65, é poeta, cronista e polemista. É economista, Pós-Graduado pela Escolatina, Universidade de Chile, ex-presidente do Conselho Regional de Economia e professor da Universidade de Brasília (UnB). Reside em Torres, Rio Grande do Sul. Edita o http://www.torres-rs.tv/ - paulotimm@hotmail.com.

 

TOPO

Dos Amigos

 

Parabenizo a família Prévidi, pelo casamento do teu filho. Mais um jovem que entra para o rol dos homens sérios. Que Deus abençoe o novo casal!
Abração,
Egon Müller
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Prévidi, parabéns para o teu filho, muito bonito por sinal, e para a Janaína. Que eles tenham muitos momentos felizes e conquistas.
Com carinho, Cátia Bandeira
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Prévidi! Parabéns pelo casamento do filho! Realmente o casal é lindo!
Karla Pimentel
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Felicidades para o seu filho, Prévidi!
Toda a sorte, saúde e alegria ao casal!
Bonito ver como cultiva teus afetos.
Um exemplo nestes tempos de fúria.
Espero revê-lo no próximo lançamento literário.
Grande abraço,
Renato de Niza e Castro Fernandes Franco
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Mas, Prévidi!!!
Eate menino é atua cara!!!!!
Realmente este foi o casamento masi importante pra ti... é até pra mim, pois o do carinha lá da inglaterra, me atrapalhou bastante, pois a moça do café do hotel que fico hospedado em poa atrasou a reposição do buffett e quando o Marquinhos (dono do Hotel) reclamou ela tascou: "eu me enterti vendo a casamento da princesa".
Grande chamada.
Parabens
Justo, da ABIH-RS
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Prévidi querido amigo,
Parabens pelo casmaento do Gui e da Janaina. Um lindo casal. Que sejam muito felizes.
No final do ano casei a minha filha Bruna e eh uma alegria soh.
Eu e o dr. estamos em Miami curtindo umas feriazinhas mas acessando o teu site diariamente para sabermos das novidades.
Beijo carinhoso,
Ana  Cassia e Marco
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Querido Zé , parabéns pelo casamento do teu filho . O casal é muito bonito.
Um abraço oceânico.
Adolfo Gerschman
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Passei dois dias (2ª e 3ª) com uma infecção intestinal das piores. Hoje, ao religar o micro, fiquei sabendo do enlace Guilherme-Janaína. Fico feliz com a notícia, desejo toda a felicidade ao casal e parabéns a todos!
Norberto Peres
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Prezado Prévidi
No mês de fevereiro, li uma reportagem sobre os cataventos de Oásis e, me veio a lembrança, pois por 25 anos (de 1983 a 2007), veraniava em Oásis, bem no finalzinho da rua Santa Maria (ex- rua A1), na divisa com Jardim Atlântico
Em Oásis fiz muitas amizades: Ivo Schneider o "Barão", fundador de OáSIS, proprietário do único Hotel da praia. Foi também fundador da SAPOS, que ficava ao lado do hotel. O Barão desfilava pelas ruas de Oásis com seus carros Galaxy e Landau.
Conheci também e fiz amizades com o  João que fundou a sorveteria Ponto de Encontro, juntamente com sua esposa Jussara. Depois ele abriu a sorveteria Da Praça. O João animava as crianças produzindo as pracinhas de brinquedo (produzidas por ele mesmo no inverno). Conheci também o Jose Kaminski, proprietário da padaria DuZe, produz o melhor pão da região. Antes de ir para Oásis o José produzia as famosas balas "Quebra-Queixo" juntamente com sua esposa a doceira Dona Maria.  O Carlos Garcia, proprietário do Garcia Imóveis,  uma das primeiras imobiliárias da praia, juntamente com a imobiliária do Barão.  Foi o Garcia que me motivou para ir veranear em Oásis.
Eu era  também vizinho em Oásis da grande maratonista Geni Mascarello, que tem casa ao lado da pousada na divisa com Jardim Atlântico (o terreno da pousada era meu) O pai da Geni era um grande nadador, pois nadava centenas de metros mar a dentro, para soltar as redes de pesca. Também conheci a tia Eva, dona o quiosque, bem perto da minha ex-moradia. Ali perto no Jardim do Edem também  conheci o grande fracasso do ex-deputado Padilha ao tentar criar um condomínio fechado.
Quem sabe, no próximo veraneio combinamos para tomar uma caipirinha a beira mar, no quiosque da tia Eva, para que eu possa conhecer também o grande Prévidi.
Abraços
Sérgio Tamusiunas

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Oi, Prévidi!
-Só prá lembrar que Porto Alegre não tem embaixada de Portugal e sim consulado. Me corrija se eu estiver errada.
Abraços!
Leslie Copstein, de Winnipeg, Canadá.
(Perfeito, Leslie!! Gracias!!)
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Oi queridão, tudo bem?
Nossa...fiquei de “ego duro” com os elogios do Glauco Fonseca.
Muito atencioso e carinhoso.
Fiquei achando que “ainda” tenho “chance”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ahahahahahah
Bjão da fã
Magda Lindinha Beatriz
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Olá caríssimo Prévidi
Quero mandar um abraço pra você.
Uma noticia: lembra do Baile Verde e Branco do Teresópolis Tênis Clube? Estamos tratando de trazer de volta o melhor carnaval da cidade.Aguarde. Em breve  amigo, mais informações.
Ah... e também queremos o TTC Top Of Mind de novo.
Quem te acessar verá !!!
Um grande abraço.
Nelson Marconi
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Bom retorno e um ano de projetos realizados.
Pedro - czarnina12@gmail.com
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Continua sendo leitura obrigatória o teu blog... parabéns.
João Muller
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Porra! Finalmente estás de volta. Já não aguentava mais te ouvir falar de Oeisis. Bom retorno.
Machado Filho
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Encontrava-me ansioso pelo seu retorno. Leio sua coluna, diariamente. Muitos assuntos novos, certamente, você abordará. Vamos ficar ligados Abraços. Derli Paim, de São Leopoldo
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Agora sim o ano começou de verdade.
O Prévidi é atualizado diáriamente!!!!
Quanto as belas da praia, tô contigo.
Mulher tem que ser de verdade (como as da foto) e não aquelas saradonas, com pernas de jogador de futebol e braços de alterofilistas.
E tem mais: tem que ter carne; quem gosta de osso é cachorro.
Carlos Mota
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Prévidi, de fato o artigo do Mendelsky é excelente, mesmo!
Abraços, Hélio Ademar Schuch – Florianópolis
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Caro Prévidi, 
Acessar teu site, virou mania!!! 
Abraços
Vera Helena Ferreira
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Ao ler teu texto de Natal, foi como se eu tivesse contato minha história. Era mais ou menos assim, com a diferença de que lá no Interior as crianças tinha que dormir e só na manhã do dia 25, ao acordar, encontrava os presentes sob a árvore de Natal. Eu sempre ganhei bola de plástico ou carrinho de madeira.
Eu só queria saber porque a maior parte das rádios está tratando o Natal como feriadão. Para mim, feriadão é quando tem feriado na sexta ou na segunda, quando as pessoas contam o sábado e o domingo como folga. Para mim, não tem nada de feriadão.
Carlos Mota
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Caro Prévidi, a gente não deve reclamar de algo ruim pois pode piorar, e muito. Lembra quando reclamaste da Xuxa aparecendo do programa do Ex-Faustão, agora Faustinho? Pois bem, você reclamou e a Globo se vingou e colocou a Hebe Camargo no programa! Então te peço o favor de não falar mais nada, sob pena de aparecer uma mala pior nos próximos programas. Apesar de ser difícil acharem algo pior que a Hebe, não devemos subestimar o poder da Globo!
Claudio Spencer
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Antes de mais nada, desejo ao amigo um 2011 repleto de sucessos,entre eles mais um Prêmio Press. Quanto à história levantada pelo Reche sobre a poroposta a Ronaldinho,convém conferir quando ela foi apresentada ao jogador. Creio que isso ocorreu depois do acerto dele com o Paris Saint Germain,isto é,foi algo para atirar o jogador contra a torcida e tentar justificar sua perda e os altos salários pagos aos que não jogavam um terço do futebol mostrado pelo craque.
Milton Ferretti Jung
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Não sei se te mandaram a explicação do comercial de Natal do Zaffari, mas já o deves ter entendido. Este comercial é uma obra de arte em alguns minutos. Ele resume em pouquíssimo tempo o que muitos autores só conseguem dizer em um longa-metragem. Longe de minha intenção querer explicar-te a obra, mas perto de mim a petulância de entendê-la e com eae me emocionar.
Temos, no começo, perto do Natal, um menino olhando um trenzinho na vitrine. Ora, na nossa época, ter um brinquedo daqueles era o sonho de todo o guri, embora fosse acessível apenas para poucos. Eu mesmo, só fui ter um deles depois de adulto e adquiri-lo com meu próprio dinheiro. Pois o pai sabe que o filho desejava aquele presente de Natal e não poderá dá-lo, por estar desempregado. Ele olha o brinquedo na vitrine e o Papai Noel lhe dá a dica de que a loja precisa de um ajudante. Com um emprego, poderia comprar o trenzinho. Note-se que nesta cena apenas o Papai Noel está colorido. Ao virar-se para onde estava o Papai Noel, o Bom Velhinho havia desaparecido.
Passa-se um ano e o empregado pergunta ao patrão se para o Natal presente não irá contratar um Papai Noel, invocando o ano anterior, e ouve como resposta que a loja nunca havia contratado nenhum. De onde, então, havia surgido aquele Papai Noel que lhe deu a dica de emprego???
Note-se que a história é contada por um idoso. Ele é o pai desempregado do garoto que desejava o trenzinho, que contava a sua história de Natal para o neto. E termina o comercial com o avô e o neto caminhando num bosque(me pareceu o Parque da Redenção). E, pela magia do Natal, por acreditar no Papai Noel, o avô que caminha com o neto se transforma também num menino que um dia sonhou em ter seu presente na noite de Natal.
Foi o que entendi deste belo comercial, que deveria ganhar muitos prêmios, pois conforme afirmei antes, diz em pouquíssimo tempo o que muita gente precisa de um filme de hora e meia para dizer.Creio já ser o segundo ou terceiro ano que o Zaffari mostra a mesma obra, que é magnífica. Não sei qual é a agência que o produziu, mas todos os que fizeram este comercial estão de parabéns.
Como Natal tem nozes, só faltou aparecer novamente o esquilo (antigo e aposentado símbolo do Zaffari).
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Boa polêmica.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/848072-diplomatas-americanos-orientam-atencao-com-mst-segundo-wikileaks.shtml
Paulo Guerra
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Aquela estudante que andava quase  pelada numa Faculdade de São Paulo, que ocasionou uma celeuma muito grande, lançou recentemente uma espécie de biografia ( quem comprou? ); agora o cantor ( não canta nada ) Belo vai lançar sua biografia; para quê ? Suzana Vieira ( o tal namorado dela é museólogo ? ) virou cantora; serão feitos filmes da vida do Tiririca e do cantor Frank Aguiar; quem vendeu mais discos nos últimos tempos foram o xarope do Padre Marcelo e a Xuxa, que, certa vez, uma pedagoga qualificou com "serial killer da mente das crianças ".
A TV apresenta os Big Brother ( Globo ) e A Fazenda ( Record ), pelo que leio ( não assisto ),com um bando de medíocres, que viram celebridades e, inclusive, passam a ter fãs.
Sem esquecer do tal de funk e do hip hop ( nóis é da perifa, onde a polícia bati ni nóis ).
Muito mais se poderia dizer.
Isto é "curtura". Pobre Brasil. 
Sérgio Oliveira
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Um feliz natal para você e sua família. Tua crônica - sim CRÔNICA, com letras, merecidamente garrafais, foi fantástica. Emocionante. Escreveste com o coração sobre fatos de tua infância e de teu amadurecimento como chefe de família. Um abraço amigo.
Rogério Böhlke
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Caro Prévidi,
Sou seu leitor há tempos, mas infelizmente tenho que concordar com alguns colegas, na aposentadoria de desembargador, que me alertam que o senhor quase nada censura, mas quando tentam revelar opiniões sobre a imprensa vermelha (colorada)  a censura pega, infelizmente concordo, pois há uns dias passados escrevi ao senhor, quando foi mencionado que a RBS era gremista!!!
Pelo amor de Deus,o senhor não ouviu, assistiu, leu o que a Gaúcha, Zero Hora e a TV fizeram com o Grêmio no decorrer do ano??? Era só Inter Inter, até assinatura da Zero Hora foi para Abu DABI, fora os 3 mil rádios, e da-lhe Inter e Inter, estavam até ironizando a Inter de Milão, pois claro, já estavam na final, e quando da derrota, o senhor não ouviu o desabafo colorado do Denardin???
Coisa de louco, mostrou a camisa vermelha que trás embaixo da camisa da RBS, nunca se ouviu aquilo, o HaroldoInter de Souza quando se n e g o u a narrar o segundo do Mezembe, o que é isso? É ser profissional??? E o Reche que agora veio a forra, tentando tirar o Ronaldinho do Grêmio, que após a derrota do seu time em Dubai, falava como se estivesse em um velório, Prévidi.
Peço como seu leitor, não precisa concordar com se escreve, mas por favor publique, pobre do Denardin, Reche e Haroldos ... nada contra serem colorados mas que venham a público e corajosamente o digam e não tentem fazer com que seus ouvintes e telespectadores sejam tratados como idiotas.
Um abraço
Dr. João F de Oliveira
desembargador aposentado
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Reche e Prévidi sobre Ronaldinho
Dor de cotovelo? Coisa de colorados!
O Reche tem gratidão pelo Colorado desde o tempo do Asmuz.
Sérgio Tamusiunas
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Se estiver correto em minha denúncia a cidade receberá dinheiro de volta. (Favor divulgar aos demais veranistas)
http://praiadexangrila.com.br/inconstitucionalidade-na-percepcao-de-gartificacoes-por-prefeito-vice-e-presidente-do-legislativo-de-xangri-la/
Jorge Loeffler
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Nao entendi como ninguem, ou melhor entendi pois é a midia colorada que manda aqui no estado,como ninguem comentou o desabafo colorado do Pedro Ernesto quando do segundo gol sofrido pelo Inter, realmente a camiseta entrou no Pedro para nao mais sair, e o Paulo brito que chorou no ar??? meu deus do ceu, para terminar o Haroldo Inter de Souza dizendo que ia se negar a narrar o segundo gol contra o inter e o reche que no final sua voz parecia de velorio, pobres, esconderam, ou tentaram pelo menos, a sua cor clubistica e soltaram a franca de um jeito tao mediocre e pobre , pobre como a arrogancia do Inter, do celso roth e fernado carvalho que pareciam os dono do mundo, sim do mundo do  beira-remendao-rio.
João de Oliveira Rodrigues
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Nova trilha sonora de filme de terror: Mazeeeemmmmbbeeeeeee! Mazeeeemmmmbbeeeeeee! Mazeeeemmmmbbeeeeeee!
Pedro Czarnina
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Vou encaminhar ao programa do Sr. Machado Filho, reclamação pela não transmissão do jogo Inter x Internazionale. Passaram meses me vendendo aquilo...
Pedro Czarnina
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Inter 3º melhor do mundo.... piada.
Você tem razão... o 2º melhor do mundo, o Mambenbe "é melhor que" Barcelona, Manchester, Bayern Munique, Real Madrid, Fluminense, Grêmio....
Tenha paciência... todos os acima são melhores que Inter de Milão, Mazembe e o resto que disputou o mundial.
Dizem que se o Inter jogasse mais nove vezes contra o Mazembe ganharia as nove. E se em 2006 jogasse mais nove vezes contra o Barcelona perderia as nove.
Quem com Gabiru fere com Kabangu será ferido...
Vencer um mundial com gol de Gabiru não podia passar impune. A Conta chegou...
um abraço
Estevão Arnhold, de Ivoti
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Prezado Prévidi
Sou teu leitor assíduo e prezo o teu estilo despojado e irônico de lidar com as noticias do cotidiano e dos bastidores políticos. Tomo a liberdade de te escrever, pela primeira vez, porque confesso, fiquei curioso de indagá-lo do porque de não ver uma linha sequer sobre os últimos devaneios da "herdeira" do clã Brizola. Digo últimos porque como todos sabem não é de hoje o comportamento destemperado dessa menina, se assim podemos chamá-la. São tantas declarações e fatos marcantes, na minha humilde opinião desastrados, e que envolveram os veículos de comunicação e sites nos últimos 15 dias, que estranho, sinceramente, o teu silêncio.
Imagino que tens muita coisa engasgada a dizer, pois sei do teu poder de fogo com as palavras, e isso me faz ainda mais incrédulo da automordaça a qual te submetestes. Que motivação seria essa? Quais pressões sofrestes? Fica essa dúvida a mim e a todos os teu leitores, que por certo compartilham desse sentimento de frustração, pois tenho a certeza, muito terias a contribuir para a qualidade das informações oferecidas a sociedade sobre esse tema.
Carlos
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O Paulo Odone que me perdoe, mas na posse como presidente do Imortal afirmar que "as nádegas do goleiro do Mazemba jamais sairão da minha cabeça"´é, no mínimo, coisa de BUNDÃO!. Com disse o Túlio Milmann, ele que esqueça as nádegas do goleiro do time do Congo e olhe para as suas.
Se bem que ficar sonhando com nadegas de homem é coisa bem mais complicada.
Aliás, meu querido amigo Luiz Reni é outro que está extasiado com a "dança da bundinha" do Kidiaba.
Machado Filho
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Caro Prévidi, no programa " Redação Sportv" o apresentador comparou Pedro Ernesto a Valdir Amaral e Jorge cury, como se Pelé e Coutinho pudessem ser comparados com Damião e Alecssandro.
Pedro Ernesto como narrador é um Frank Sinatra.
abraço
Angelo Alfosin
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Na verdade, a coisa "preteou" pro lado do Inter. Mas só perde quem está disputando.
Sem querer transformar teu conceituadíssimo site em "Farroupilha chamando o Atlântico Sul"(lembra dos recados que o pessoal mandava para as praias e vice-versa?),  quanto ao recado da Maria Luiza (tomara que já tenha recebido os pilas do governo) ela sabe que adoro ARANHA desde pequeno. Aprendi lá em São Gabriel. E, prá quem não sabe, a Malú, ou o marido dela, criam galinhas e vendem um ovos da colônia, maravilhososos. Aqueles com a gema bem amarelinha.
Machado Filho
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Discordo da maioria das opiniões de colorados que tenho ouvido sobre a fiasqueira de ontem. Não acho que tenha havido soberba. Acontece que esse time vinha naufragando desde a reta final do Brasileirão, mas a direção preferiu se iludir achando que era devido à falta de foco na competição nacional. Mas a verdade é que todos viam, com exceção da direção e comissão técnica, que com o Renan no gol, o Alexsandro no comando do ataque, com uma zaga a caminho da aposentadoria, com laterais que acham que é proibido ir atá a linha de fundo e um camisa 10 inconfiável, nós é que éramos zebra!
Claudio Spencer
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Prezadíssimo,
Ninguém falou, mas o que faltou foi o GABIRÚ!!!!!
Abs tricolores,
Rigoberto Gruner
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O Inter perdeu para o estorvo
Os colorados passaram quatro meses sonhando com a Inter de Milão e foram acordados por um pesadelo representado por um enorme crocodilo africano. Era Eto'os pra cá, Sneijder pra lá, Maicon, Lúcio, Júlio César. Ninguém estava interessado em Kabangu, Kaluytuka, Nkulukula, Kabungu. A cada semana, as notícias indicavam que o bi vermelho eram favas contadas. Os repórteres testemunhavam direto da Itália a crise milanista. Muitos torcedores brincavam que o bom da fórmula atual do mundial é que numa viagem só assistiriam ao jogo contra o campeão europeu, que acreditavam seria a inevitável final e, de lambuja, veriam algum time exótico antes, cuja presença era apenas uma espécie de estorvo. O Inter perdeu para o estorvo. Se eu fosse colorado, entrava no Procon, por propaganda enganosa (como gremista, talvez faça isto, afinal, fiquei os últimos meses considerando que o inevitável aconteceria). Gastaram uma fortuna para ir até aquela Disneylândia oriental, onde quase tudo é artificial, brega e sem graça. Nos bares é proíbido beber qualquer coisa com álcool e na praia, se olhar para o tornozelo de uma mulher, tarefa difícil, diga-se de passagem, pode ir em cana. Com esta grana, dava para ir umas cinco vezes a Punta Del Este, como gostam certos dirigentes dos times gaúchos, ou umas dez vezes a Florianópolis, como costuma fazer boa parte dos colorados (e gremistas também) que foram a Abu Dhabi. Agora, estou me deliciando com os ludopédicochatos da mídia esportiva, que adoram dizer que torcedor não entende nada de futebol, nunca sabe porque seu time perde ou ganha. Eu sempre ouço e leio tudo que os colegas comentaristas têm a dizer. Não quero correr o risco de assistir a um jogo sem entender o que vou ver. Hoje, já li que o Mazengue é a base da seleção do Congo. Ah, bom. E o Saprissa é a base da seleção da Costa Rica, e o Oriente Petrolero deve ter uns três ou quatro jogadores na seleção boliviana. Uau. Adorei, também, ver o Celso Roth, com aquela cara e jeito de garçon de churrascaria de subúrbio, tentando explicar a derrota. A cada final de partida no brasileirão, ele garantia que tudo estava conforme o planejado, que o Internacional buscava algo maior. Devia ser o vice-campeonato congolês. Aliás, o campeão da África deve ter uma folha de pagamento que, somados os jogadores, treinador e preparador fisico, provavelmente custa menos que manter o Pato Abondanzieri no banco. Sou mais o Kidiaba e sua dança da bundinha. 
Luiz Reni Marques, jornalista
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Para onde vai o ludopédio?
O Sport Club Internacional fez um fiasco enorme neste início de semana. Sobre isto nem vou falar, pois penso que assunto esgotado.
Lembro que não faz muito tempo num jogo entre o time gaúcho e o Corinthians, o Ronaldo Fenômeno, já com idade avançada e muito acima do seu peso ideal, literalmente entornou o zagueiro Índio por quatro ou cinco vezes até deixá-lo deitado no gramado fazendo então o gol. Queriam que resultado?
No meu tempo de guri e não faz muito mais que meio século, havia em Porto Alegre diversos times, a saber; Grêmio, Internacional, Cruzeiro, Nacional, São José, Renner e Força e Luz.
No interior havia cidades com até três clubes. Pelotas tinha Pelotas, Brasil e Farroupilha. Caxias tinha Flamengo e Juventude. Rio Grande tinha Rio Grande, Riograndense e São Paulo.  Havia dois clubes em Passo Fundo, Santana do Livramento, Erechim. Carazinho, Uruguaiana. No momento não recordo os demais clubes o que não influiu no raciocínio que pretendo externar. No campeonato gaúcho de 54 o Renner recebeu o Juventude no estádio Tiradentes. Os gringos fizeram 2 gols e levaram 9 na bagagem.
Hoje temos poucos clubes e num futuro não muito distante penso que o futebol profissional vai ficar embretado. Quando eu fazia de conta que era árbitro os jogadores profissionais corriam em média 6 quilômetros durante um jogo. Hoje correm 12 quilômetros, ou seja, pela movimentação o campo ficou reduzido à metade. Difícil um futebol vistoso e técnico como outrora. Mas aí começa o problema, pois o organismo humano tem limitações e o que pode um ser humano dar já está no limite.
Hoje surgem as fraturas ósseas por stress. Se mantidos os calendários como hoje, nos próximos vinte anos os clubes que conseguirem continuar existindo necessitarão não mais de um elenco de 30, mas talvez de 250 ou 300 atletas, pois os problemas de lesões vão se avolumar de uma maneira incontrolável. E aí será impossível manter clubes profissionais. Os bem jovens devem começar a pensar seriamente nisto, pois inevitável, infelizmente."
Jorge Loeffler - www.praiadexangrila.com.br

TOPO

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